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Relações externas da U.E.

Relações Externas da União Europeia


Definição e explicação
A expressão Relações Externas abrange todos os aspectos da política externa da União Europeia, com excepção do comércio, tratado no âmbito de uma política distinta, e das relações com os países em desenvolvimento de África, das Caraíbas e do Pacífico (os denominados países ACP) que mantêm relações especiais com a UE.


A dimensão económica, comercial e financeira da União Europeia confere lhe por si só um papel de destaque na cena mundial. A responsabilidade à escala planetária da UE abrange desde a cooperação com a China ou o Brasil em projectos no domínio do ambiente até à execução de programas de reconstrução no Afeganistão e no Iraque.


A UE realiza periodicamente cimeiras com os seus principais parceiros, nomeadamente os Estados Unidos da América, o Japão, o Canadá e, mais recentemente, a Rússia, a Índia e a China, mantendo ainda diálogos regionais com os países do Mediterrâneo, do Médio Oriente, da Ásia e da América Latina. Para além do comércio, estas relações foram evoluindo ao longo dos anos, passando a contemplar os investimentos, a cooperação económica, as finanças, a energia, a cultura, a educação, a ciência e a tecnologia e a protecção do ambiente, bem como questões políticas.


Rússia, Europa Oriental e Ásia Central
Muito embora não sejam candidatos à adesão à UE, a Rússia, a Ucrânia, a Moldávia e as repúblicas do Sul do Cáucaso e da Ásia Central têm vindo a desenvolver relações bilaterais com a UE, com base numa série de acordos de parceria em matéria de comércio, cooperação científica, energia, transportes, ambiente, e noutros sectores, bem como num diálogo político. O acordo com a Rússia é o mais importante de todos. É mais ambicioso do que os outros acordos, abrangendo quatro domínios fundamentais: assuntos económicos, cooperação em matéria de investigação, educação e cultura e questões de segurança tanto interna como externa.

Declaração conjunta - Conselho de Parceria Permanente


Mediterrâneo e Médio Oriente
A exemplo do que acontece com a Europa Oriental, a UE mantém uma relação de estreita vizinhança com os países do Mediterrâneo. O objectivo consiste em criar uma zona de comércio livre euro-mediterrânica que abranja os Estados árabes do Sul e do Leste do Mediterrâneo, bem como Israel. Os acordos de associação entre a União Europeia e cada um destes parceiros constituem um dos elementos desta relação.

Política de vizinhança da Europa
Para garantir que o seu alargamento recente a outros países não criava novas linhas de divisão entre a UE e os países vizinhos a Oriente e a Sul, foi criada, em 2004, a Política Europeia de Vizinhança (PEV), que contempla os países mediterrânicos e da Europa Oriental, bem como os países do Sul do Cáucaso, mas exclui a Rússia. O objectivo da PEV é o estabelecimento de relações económicas e políticas privilegiadas entre a UE e cada um desses países.


Ásia e América Latina
Paralelamente às relações bilaterais, a UE tem vindo a intensificar as suas relações com grupos regionais, especialmente da Ásia e da América Latina. Relativamente aos seus parceiros asiáticos em desenvolvimento acelerado, a UE criou as "parcerias reforçadas", que reflectem um melhor equilíbrio entre os aspectos económicos, políticos, sociais, e culturais das suas relações.


Balcãs
A política da UE relativa aos Balcãs centra-se numa série de acordos de estabilização e associação, enquanto primeira etapa de um processo que tem por objectivo preparar estes países para a adesão à UE.