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2001
Eugénio de AndradeEugénio de Andrade

José Fontinhas de seu nome, nasceu em 19 de Janeiro de 1923 na Beira Baixa. Em Lisboa descobre a sua vocação literária e convive com alguns escritores e poetas. Publica, em 1940, Narciso, o seu primeiro volume de poemas, a que se seguem Pureza (1942) e Adolescente (1945). Destes três livros, depois de expurgados pelo autor, foram publicadas diversas composições numa antologia intitulada Primeiros Poemas, cuja primeira edição data de 1977.

Poeta consagrado, o autor não se limitou porém à poesia: escreveu diversos ensaios e prefácios, tendo também colaborado em numerosas publicações - Cadernos de Poesia (1ª série), Árvore, Cadernos de Literatura, Cadernos do Meio Dia, Cassiopeia, Colóquio e Colóquio-Letras, Estrada Larga (antologia do suplemento "Cultura e Arte" de O Comércio do Porto), Gazeta Musical e de Todas as Artes, Horizonte, Itinerário (de Lourenço Marques, hoje Maputo), Mundo Literário, Persona, Vértice e Seara Nova. Escreveu dois livros dedicados à infância: A Égua Branca e Aquela Nuvem e Outras.

Privando com os grandes nomes da literatura portuguesa, tanto da sua geração como das seguintes, Eugénio foi amigo íntimo de poetas de estéticas muito diversas - como Sophia de Mello Breyner, Mário Cesariny ou Luís Miguel Nava - e de críticos consagrados, como Oscar Lopes, António José Saraiva, João Gaspar Simões, Fernando Pinto do Amaral e Arnaldo Saraiva; por outro lado, poeta do mundo, entusiasta de viagens dentro e fora de Portugal, que poeticamente descreve (por exemplo, em Escrita da Terra, de 1974), conhece e corresponde-se com autores estrangeiros, como Angél Crespo, Vicente Aleixandre, Luís Cernuda e Marguerite Yourcenar.